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quarta-feira, 18 de julho de 2012

A única coisa que devemos temer é o próprio medo.
Franklin Roosevelt.  Bom, eu pensei em diversas formas para começar essa resenha (que é a primeira de muitas que quero fazer aqui no Blog), mas nada explica melhor o primeiro livro da saga de Michael Grant que essa frase de Franklin Roosevelt.  Sinopse:Em um piscar de olhos, todos com mais de 14 anos desaparecem. Restam adolescentes. Pré-adolescentes. Crianças. Nenhum adulto. Nenhum professor, policial, médico ou responsável. Linhas de telefone, redes de televisão e a internet param de funcionar. Não há como pedir ajuda. A fome é intimidante e a violência começa. Os animais parecem estar se transformando, e uma criatura sinistra está à espreita. Os próprios adolescentes estão ficando diferentes, desenvolvendo novos talentos: poderes inimagináveis, perigosos e mortais, que crescem dia após dia. É um mundo novo e assustador. É preciso escolher um lado — e a guerra é inevitável. 
Antes de mais nada quero avisa-los que Gone não será a próxima febre do mercado, tão pouco a melhor distopia, mas com certeza não se pode falar de livros juvenis a beira do apocalipse sem mencionar este.  Com um enredo bastante misterioso e uma historia um tanto suspeita, o desenrolar de Gone é basicamente sobre pessoas que ao completar quinze anos desaparecem, ou seja, do nada a cidade toda não existe mais adultos, apenas crianças. Então o objetivo deles não é somente descobrir o porquê disso tudo estar acontecendo como também encontrar uma maneira de parar esse processo. Os personagens de Gone são bastante fracos. E por quê não dizer simples e sem nenhum carisma digno de se colocar numa lista de "personagens preferidos"? Mas a questão não é essa e sim o desenvolvimento deles. Ao longo do livro é possível ver um grande amadurecimento ou descobrimento entre como eles são realmente. Talvez pelo fato do mundo ao qual eles vivem ou pelo desenrolar do livro mesmo, a verdade é que ao longo do livro descobrimos novas faces dentre os personagens que a todo momento oscilam, na cabeça do leitor, entre o "amar e odiar" e é isso o que da o "tcham" nos personagens. Por fim, como diria um amigo meu, o legal de Gone não é os personagens em si e sim o ambiente e a historia que eles estão vivendo.
Nota: 7 de 10 coiotes.



Ficha técnica: Título Nacional: Gone – O Mundo Termina AquiAno de Lançamento: 2010Número de Páginas: 518 páginasEditora: GaleraTradutor: Alves Calado
Título Original: GoneAno de Lançamento: 2008Número de Páginas: 576 páginasEditora: Katherine Tegen Books


3 comentários:

Joao Luiz disse...

Bom, eu gostei bastante de Gone. Foi um livro que me prendeu e eu não via a hora de terminar logo pra saber o que ia acontecer. Como você disse, os personagens não são lá muito adoráveis mas simpatizei com um e outro. Mas o que mais chamou a minha atenção no livro foi realmente o universo que o Michael criou, esse lance de retratar só as crianças e os pré-adolescentes, enfim.... Achei bem original essa ideia distópica dele.

Ps: Achei muito legal (e corajosa) essa sua ideia de criar um blog, é bom pra compartilhar opniões KKKKKKKKKK e sempre que precisar de ajuda em alguma coisa, tamo aê o/

@Paulorib disse...

Esta na fila pra comprar, mas vou comprar sem nenhuma expectativa, para não me arrepender.

Lucas disse...

Vou começar a leitura desse livro depois de algumas pessoas me recomendarem, vamos ver se é um bom livro